terça-feira, 16 de setembro de 2008

"Foi tudo como um vício, uma tempestade, foi como um furacão.
Esqueci de você...
Mais na verdade eu nem sei.
Quando durmo demais depois acordo na sala. Quando estou vendo o mar ou dentro da sua casa , se estou perto do sol ou se a volta é tão longa...
Mais quem sabe o tempo possa apagar os sinais..."

domingo, 8 de junho de 2008

sexta-feira, 21 de março de 2008

Viveu pouco...

Ela nasceu em Agosto de 1984.
Seus maiores desejos em vida se faziam em torno de um amor. De um único amor.
Amor, o qual ela achou ser o maior de todas as histórias que já ouvira falar algum dia.
Mas tão pouco se achava merecedora de tudo o que lhe acontecia no começo, que mal se dava o prazer de intensamente viver os momentos que lhe foram concedidos pelo destino.
Tempos depois, não lhe cabia acreditar que não conseguiria mais viver sem o que ela começou achar ser tudo em vida.
Tentou evitar a profundidade dos sentimentos.
Tentou deixá-los quietinhos.
Mas já não conseguira mais não tentar viver o gozo desse amor por mais tempo, por completo como andara imaginando, apenas, no silêncio de seus pensamentos.
Não dava mais para tentar não querer aceitar a realidade.
E assim, acabou se entregando aos seus desejos.
Desejos sinceros e puros, mas que, talvez, foram visto como inúteis.
Ela se foi, depois de descobrir que havia sido enganada pela falsa amizade do destino. Destino esse, que ela, um dia, julgou como o esplendor de seu viver.
Viveu por poco tempo, querendo viver por 100 anos...

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E agora?
Como saber se poderia ter sido diferente?

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Adeus...




Chegou, definitivamente, a hora do "adeus"...
Será que tardei???
Bom, a gente pode dizer que a página já foi virada, né?
Já separei tudo o que é seu. Deixei, apenas, as lágrimas guardadas.
Estranho notar que, derrepente, me tornei uma estranha para você.
Dói no meu coração, deve ter doído, algum dia no seu, também.... Eu acho!
Não há mais nada que vá nos prender...
A partir de hoje, eu vou apagar de vez, cada passo teu.
Eu sei que, só vou "me curar", quando eu disser adeus. Então...
Amanhã, talvez, longe, em outro lugar, tudo vai passar... Eu sei!
Acho que um dia, a vida vai mostrar os sonhos que nós dois perdemos.
Mas daqui pra frente, vou mudar as minhas viagens, meus CDs, meus riscos, meus planos, meus sonhos...
Só peço que guarde o melhor de mim, porque no meu peito, eu vou guardar você.

Vai ser melhor assim... Vai ser melhor pra mim...
Um dia, tudo vai ser perdoado...
Mas a partir de hoje, eu vou te apagar de vez...

ADEUS...!!!!!

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Era para tudo ser diferente...

Era para tudo ser diferente...

Quantas vezes imaginei esse dia, quantas vezes pedi por esse dia, quis muito, muito, muito esse dia.
Ele chegou... mas foi tudo muito diferente. Aliás, foi tudo COMPLETAMENTE diferente.
Aonde estavam os abraços saudosos? Aonde estavam os olhares carinhosos? Aonde estavam os beijos sentidos por toda a alma? Aonde estava a alegria do reencontro que extasia?
Os Céus ouviram ou interpretaram o meu pedido de maneira errada. Infelizmente, essa é a única conclusão que posso tirar, depois do domingo de carnaval.

Ao longo dos últimos dias, o meu coração têm sido cruelmente preenchido por uma angústia avassaladora, acompanhada do medo de nunca mais conseguir achar que posso seguir sem você...
Mais uma vez, estou sem chão, por temer não suportar o futuro do “Eu sem você e você com outrem”.
Daqui pra frente, os meus pedidos destinados aos Céus, em relação a sua pessoa, precisarão ganhar outras composições frasais. Precisarão me dar forças para que eu não deixe mais você “me fazer sofrer, só para provar que eu não sou de nada...” Precisarão me dar forças para descobrir um novo mundo e apreciá-lo, tanto quanto apreciei esse em que vivo, desde que te conheci.
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Para mim, serão 11 dias de terror...

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Estava no meu quarto, começando a arrumar minhas malas, quando me dei conta que falta muito pouco para a minha viagem. Viagem esta, que irá durar um ano, mas que por conta de vários motivos, tenho certeza de que parecerá uma eternidade.
Estou com medo!
Medo de não me readaptar “ao velho”... Medo de voltar às raízes e me sentir tão fracassada, derrotada, subestimada, insegura e fraca, quanto agora.
Sinto tanto medo de “fugir” e errar, outra vez. Digo “outra vez”, porque vejo que errei “vindo de encontro” com o que me fez sentir derrotada. Mas se não tivesse vivido tudo isso, não iria saber como poderia ter sido. Certo!?
Só lamento, mais uma vez, por ter deixado tudo isso chegar, aonde chegou.
Ah!... se eu tivesse o poder de prever as coisas à meu favor, à favor da minha dignidade, da minha moral, da minha saúde física, mental, emocional...
Também, não dá para negar que a falta de “previsão” me fez aprender muita coisa. Me fez crescer, amadurecer, dar valor à algumas coisas que antes me pareciam ser tão banais, a me conhecer e passar a entender que algumas das minhas atitudes, não são muito favoráveis à mim mesma. Acabei me conhecendo muito mais. Assim, como tive a oportunidade de conhecer mais, muitas das pessoas que me rodeiam, que fazem parte do meu dia-a-dia (ou não!), que fazem parte dos meus pensamentos, das minhas preocupações, sonhos, vida.
Consegui apurar um pouquinho mais o meu lado analítico, em relação as pessoas com as quais me envolvo, sejam elas: amigos, colegas, conhecidos, familiares, amores.
Posso até dizer que 80% da minha vivência, nesses dois últimos anos, me fizeram mais mulher (madura), conhecedora dos mais variados assuntos. Mas em contra-partida, os 20% restantes, me levaram fácil ao chão, depois de ter sido nocauteada bem no meio da cara, como em uma luta de boxe, pelo desgosto, mágoa, rejeição, pouco caso, indiferença... Fazendo com que eu me sentisse tão pequena e burra, tendo que admitir que eu sou frágil demais e que essa pose de durona que carrego, não é nada mais do que uma mera faixada.
Um gosto amargo invade minha boca, ao admitir isso... E, a cada gosto que vou sentindo, vou percebendo que a vida é assim mesmo, feita de doçuras e amarguras. Talvez, um dia, eu consiga equilibrar esses dois pólos. Pelo menos, assim espero!

É certeza que irei sentir saudades horrorosas da minha cidade do coração (São Paulo), mas tenho -apesar do medo- certeza de que é necessário me dar esse tempo.
Quando eu voltar, vou voltar com tudo. Cheia de novos planos, novos conhecimentos, novos anseios, desejos, novas e boas lembranças.... A certeza de que o amanhã, poderá ser diferente, grandioso e gratificante, é o que vem sendo o meu apoio (pedestal), para que eu consiga começar a me reerguer.

“Vamos na fé, porque não tem parada errada...”


Começo a correr com o tempo, não me deixando, apenas, vê-lo passar...

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Eu quero me sentir como antes...
Antes da chuva ter caído na minha porta.
Isso me perturbou, me virou de cabeça para baixo...
Me fez chorar, até que eu me afogasse.
Me roubou a luz do dia, trouxe a noite (quase eterna).
Perdi muitos dias da minha juventude para a tristeza.
Ví e vivi muita solidão...
Mas agora, quero trazer alguma luz de toda essa lama. Quero encher o vazio, encontrar boas rimas. Eu quero me ouvir sorrir, outra vez.
Vou esquecer de toda aquela dor que, por um tempo, me entristeceu.
Não... nunca mais serei a mesma... Mas acredito que o dia de amanhã, virá trazendo novas boas sensações, alegrias, novos sonhos, desejos...